INTRODUÇÃO AO TEMA

Janeiro de 2017 começará leve.
O tema deste mês é: A prática da empatia.

Este tema tem sido um dos mais votados em nossa página de votos mas até o momento não conseguia enxergar esta palavra como um tema de estudo de uma realidade. Somente após passar por um mal bocado que nos damos conta da importância da empatia em nossas vidas. Tenho certeza que existem muitas pessoas que passam por situações muito piores que alguma má ventura minha e que certamente se beneficiariam se cultivássemos coletivamente a prática de se colocar no lugar do outro.

Hoje, ao abrir a página do The Intercept, me deparei com a seguinte frase:
“Falta empatia para compreender a revolta dos negros.”

Acredito agora estar seguro de querer estudar este conceito durante este mês.

E para você, qual o significado e a importância desta prática em sua vida?
O que significa empatia para você? Comente abaixo.

Deixe-nos saber. Queremos aprender.

Leituras relevantes sobre o tema:

(inclua abaixo sugestão de leituras que acredite interessantes para este tema)

Falta empatia para entender a revolta dos negros

The Intercept

Texto de Ana Maria Gonçalves
Clique aqui para ler!

Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

Diario de Pernambuco

“A empatia é a força mais poderosamente perturbadora do mundo, só fica atrás do amor.”
Clique aqui para ler!

Educar para a empatia

Selva

Todos nascemos com empatia. Como a perdemos?
Clique aqui para ler!

Empatia nas relações de trabalho

Marcus Marques

Como a empatia ajuda líderes e colaboradores?

Clique aqui para ler!

Vídeos sobre o tema:

Projetos relacionados ao tema:

(inclua abaixo sugestão de projetos que acredite interessantes para este tema)

Instituto A Nossa Jornada

Instituto A Nossa Jornada

Por Renata Quintella

A Nossa Jornada é uma conexão entre pessoas. É gente cuidando de gente. É a prova de que tem alguém em algum lugar esperando você.

Clique aquí e conheça.

Relatos pessoais:

(inclua abaixo seu relato sobre o tema para que aprendamos sobre esta realidade)

Por Simone Oliveira

Empatia é um sentimento engraçado. Eu sempre me deparei pensando que não haveria sequer possibilidade de existir alguém, no mundo, que sentisse identificar-se e ter compaixão das pessoas tanto quanto eu.

E, mesmo assim, e creio que mais ainda por isso, eu tentei esconder de todas as maneiras possíveis aquilo que eu sentia, expondo apenas ao ver que a outra pessoa realmente precisava da minha ajuda.

Eu não sabia que isso se chamava empatia, até descobrir que, sim, essa era a palavra que me calhava – e não só isso – tive a felicidade de perceber que não era a única! Havia milhares de indivíduos no mundo sentindo o mesmo.

Desculpe, mas só quem sente – como eu – consegue reconhecer que vai muito além de uma constante benevolência de espírito ou de uma simples comparação entre a minha felicidade momentânea e a dor e o sofrimento do próximo sentindo-se, assim, comovido ou emotivo. Não, isso é mais profundo.

Talvez possa definir como um eterno amigo imaginário dentro da minha consciência dizendo coisas do tipo: “Ao falar com esse fulano, esqueça seus problemas e apenas se concentre nele. Ele precisa ser ouvido, entendido nas suas opiniões e gostos e precisa, acima de tudo, ser aceito do modo que é! Então faça isso”!

E, sim, eu faço isso automaticamente. Não importa a situação, não importa com quem, não importa idade, sexo, cor, religião, classe social, estatura etc., não importa MESMO!

Porém, nunca ouvi um “Puxa vida, eu estava precisando disso.”, ou um “Obrigada pelo seu sorriso!”, ou “Nossa, você é muito gentil, grata por me ouvir”.

Inexplicavelmente quando se é empático, tanto com a dor e amargura quanto com os feitos de realização do outro, não se recebe nada em troca.

Essa talvez seja a parte mais difícil para nós, os empáticos: termos de nos acostumar à falta dessa qualidade, tão abundante em nós, nos outros.

O que acha?